sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

AGORA PROVA, ESTA É A HORA!

Mudar de casa é sempre uma coisa que mexe com as pessoas de alguma forma (eu acho, pois comigo mexe!). Acredito que exitam diversas formas de mudar de casa: devido ao trabalho; estudos; casamento; morar sozinho; etc. Cada motivo gera um sentimento, e cada um deles se caracteriza por um novo capítulo na vida. Nos últimos tempos tenho afirmado aqui, aos outros e a mim mesma que evoluí como pessoa, que amadureci, enfim cresci. No fundo acho até que isso é o que eu quero, mas a realidade é que não sei se estou "no ponto" ainda. Será? Indiferente, porque agora a vida se encarregou de tudo e me diz: AGORA PROVA, ESTA É A HORA! De forma alguma considero a mudança de casa algo assombroso, pelo contrário, geramos muitas expectativas positivas, de que tudo será muito legal, sentimos até um cheirinho de liberdade (se é que liberdade tem cheiro Fernanda!)....Para mim significa virar uma página de um livro delicioso, que é o livro da vida, e deixar para trás muita coisa boa que ficará somente na lembrança. Estou falando da casa em que cresci, a casa em que morei com meus pais a vida toda, deixarei meu quarto, que é meu atual refúgio, será muito duro. Eu sou a pessoa que apareço por lá com mais freqüência: minha mãe morreu lá, deixando um enorme e pavoroso vazio, que é a perda de alguém tão querido; depois meu pai mudou-se para seu refúgio junto a natureza; eu e meu irmão vamos ora na casa dos namorados, ora ficavamos em casa. Só que de agora em diante vou para o meu lugar, junto do meu namorado (futuro marido), construir a partir de um terreno baldio, tijolo por tijolo da casa que abrigará meu coração e minha felicidade. Que assim seja, amém.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Metida, eu?

Esses tempo eu abri o jornalzinho da cidade em que moro e, um médico, muito amigo meu, dizia barbaridades ao governo em sua coluna, o que me decepcionou um pouco. É só mais o que há, o principal assunto de diversos colunistas é o governo. Concordo que roubo não tem perdão. Só estou um pouco indignada com os colunistas que adoram este assunto. Sabe que as vezes eu acho que escrevem até sem propriedade, mas.... E também, não é da minha conta, cada um escreve sobre o que gosta, só acho que tem jeito e jeito pra dizer as coisas. Bom, eu prefiro o ser humano, tão mais interessante...Gosto de tentar entender o que se passa dentro dele (de mim!), desvendar seus mistérios, etc. Odeio julgamentos, porém seguidamente, sou pega de surpresa fazendo um. Porque isso né? Não gosto de padrões, mas sigo alguns criados por mim; não sou a mesma sempre, mas para algumas coisas sou sempre igual; mudo de ideia e opinião como mudo de calcinha (ou até mais rápido!), e MESMO ASSIM, tenho algumas ideias rígidas, que essas sim, é difícil de mudar. Essas uso para julgamentos, mas como estou sempre me policiando, logo, quase que no mesmo instante, já percebi o erro. Volto de novo naquilo de que meu jeito de ver a vida, o meu julgamento e etc, são os corretos. Não me conformo, mas tenho quase certeza (acho que tenho certeza!), que tem coisas que aprendemos desde novos, que são nossos valores e princípios, e estes serão utilizados para tudo na vida. Lá estarão eles sempre presentes, nos impulsionando aos julgamentos. Não gosto quando ouço alguém tirando conclusões precipitadas dos outros sem saber o que efetivamente se passa na vida daquela pessoa. Pra mim, quando tu vais conversar e conhecê-la a fundo, sempre encontra o motivo de tal desvio o qual julgamos. Ou está na família, ou na criação, ou nos traumas, etc. Só que, vez ou outra, somos pegos de surpresa por nós mesmos praticando este ato tão chatinho, não concordam??? Bom findee.